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Dicas de Saúde

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    CEFALÉIA E INSÔNIA. CAUSAS, SINTOMAS E TRATAMENTOS

    Cefaléia

    Descrição: A dor de cabeça é um dos transtornos mais freqüentes. Geralmente não refletem problemas graves, mas indubitavelmente geram preocupação e angústia, pois a intensidade da dor, em certos casos, pode deixar o paciente impossibilitado.

    Causas: Existem muitas variedades de dor de cabeça e muitas causas. A cefaléia mais comum é produzida pela tensão muscular que decorre dos problemas na postura, do estresse e da estafa. A sinusite e os transtornos oculares também são causa da cefaléia, que se expressa na região frontal da cabeça ou sobre os olhos; a dor de cabeça causada por esses transtornos geralmente piora com o frio ou depois de realizar esforços visuais, respectivamente. Certas cefaléias apresentam características especiais, pois somente afetam um lado da cabeça, com crises muito intensas e curtas, e também produzem inchaço e vermelhidão do olho do lado dolorido. A migrânea é um tipo especial de dor de cabeça em salva, acompanhada de uma série de manifestações neurológicas (formigamentos, tonturas), visuais (perda da visão em uma zona determinada ou a visão de luzes brilhantes) e inclusive gastrintestinais (náuseas e vômitos). O motivo dessa dor particular é a constrição - seguida de dilatação - das artérias do cérebro e o baixo teor do neurotransmissor serotonina, que poderia causar esses transtornos vasculares. Entretanto, a dor teria origem nas mudanças hormonais, no uso de certos alimentos ou na redução repentina do nível de estresse. As infecções no cérebro ou nas meninges (camadas que recobrem o cérebro e a medula espinhal) também causam dores de cabeça muito intensas. No caso de uma meningite aguda, além da forte dor de cabeça que envolve também o pescoço, apresentam-se outros Sintomas tais como febre, mal-estar geral e rigidez da nuca. Outras causas de cefaléia são os tumores do cérebro, que podem provocar outros sintomas: convulsões, perda da fala e transtornos na saúde mental.

    Sintomas: Cada tipo de cefaléia apresenta características peculiares dependendo da região afetada, da intensidade, da duração e da recorrência. Além de todas essas diferenças, influi a impressão subjetiva de cada pessoa em descrever a dor.

    Diagósticos: O médico analisa o tipo de dor, a duração, o momento no qual aparece ou desaparece, além de outros sintomas associados. São motivo de alarme as dores muito agudas, acompanhadas de falta de coordenação, formigamentos e desmaios. Dependendo dos sintomas, pode ser necessária a realização de tomografias computadorizadas ou ressonâncias magnéticas do cérebro, estudos oftalmológicos, radiografias dos seios paranasais ou punção do líquido cefalorraquidiano, se houver suspeita de meningite.

    Tratamentos: Os analgésicos de venda livre (aspirina, paracetamol ou ibuprofeno) podem aliviar a maioria das cefaléias. As massagens relaxantes também contribuem para aliviar as dores de cabeça de origem tensional. Nos casos de migrânea, apesar de que algumas pessoas podem obter alívio com os analgésicos comuns, outras precisam de repouso, geralmente na escuridão, e fármacos que evitem a vasodilatação, que devem ser utilizados sob prescrição médica.

    Insônia

    Descrição: É a impossibilidade crônica de entrar no sono, de dormir uma quantidade adequada de horas durante a noite ou acordar sentindo-se descansado.

    Causas: Os elementos envolvidos na alteração do sono estão relacionados com: doenças médicas (hipertireoidismo), eventos produtores de estresse(especialmente os crônicos e aqueles relacionados com o trabalho, a ansiedade e o consumo de álcool). Os lutos e perdas significativas diminuem a eficiência do sono, do mesmo modo que o consumo de alimentos ou de bebidas estimulantes. A quantidade de horas de sono e a sua qualidade diminuem com o passar dos anos.

    Sintomas: A dificuldade para iniciar ou manter o sono, ou não descansar durante o mesmo. Algumas pessoas não apresentam dificuldade para dormirem, mas acordam de madrugada e já não podem dormir novamente. Também podem existir modificações nas características do sono, que pode ser leve ou inquieto. Todo esse tipo de alterações produz mal-estar ou deterioração social, no trabalho ou em outras áreas importantes na atividade da pessoa. A insônia pode produzir diminuição da energia, irritabilidade, falta de orientação, olheiras, mudanças na postura e fadiga.

    Diagnósticos: A melhor maneira de diagnosticar se um indivíduo está dormindo a quantidade suficiente é avaliar como ele se sente. O médico analisa o prontuário clínico da pessoa, o consumo de fármacos ou entorpecentes, o tipo de atividade que realiza durante o dia, etc.

    Tratamento: De preferência, deve procurar solucionar a insônia sem percorrer ao uso de medicamentos. Deve ser estabelecido um horário de sono regular e usar técnicas de relaxamento para evitar os pensamentos que causem nervosismo. Não é conveniente passar longos períodos deitado durante o dia, porque o corpo fica acostumado de estar na cama acordado. O leite, as carnes vermelhas e outros alimentos são indutores naturais do sono; por isso, para algumas pessoas é conveniente tomar um lanche desse tipo antes de deitarem. O uso de sedativos e antiistamínicos para tratar a insônia pode aumentar a sonolência durante o dia. Os sedativos mais fortes, vendidos sob prescrição médica, podem induzir tolerância (ou seja, requererem de dose cada vez maior para produzirem o mesmo efeito) e não conseguem um sono natural e de qualidade. Como resultado disso, o indivíduo pode desenvolver dependência ao fármaco. Quando a sua administração é interrompida, pode apresentar efeito contrário, com maiores problemas de insônia.

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